A corrente de carga ou descarga em relação à capacidade.
1C é a corrente que carrega ou descarrega a bateria por completo numa hora; com 0,5C demora duas horas. Numa bateria de 100Ah, 0,5C são 50A. O C-rate da ficha técnica define a potência contínua que a bateria pode dar ou receber: com uma bateria pequena, um inversor grande pode ficar limitado pela bateria e não pela sua própria potência.
A nominal é a energia armazenada; a útil é a que pode realmente usar.
A capacidade nominal é a energia total das células (tensão × Ah). A útil é o que sobra depois das reservas em cima e em baixo definidas pelo BMS e pelo inversor. Para comparar baterias, compare os kWh úteis e veja na ficha técnica se são indicados a 100% ou a uma profundidade de descarga menor.
A tecnologia de célula da maioria dos painéis novos de alta eficiência.
As células tipo N usam silício dopado de forma diferente das antigas células tipo P (PERC) e perdem menos rendimento com o tempo e com o calor. O TOPCon (tunnel oxide passivated contact) é hoje o desenho tipo N mais comum; a heterojunção (HJT) é outro. Para quem compra, significa mais eficiência, melhor coeficiente de temperatura e, em geral, menos degradação do que o PERC.
Várias torres ou racks ligados em paralelo ao mesmo inversor.
Quando uma torre não chega, ligam-se várias em paralelo, cada uma com o seu controlador, por vezes através de uma caixa de paralelo. Os fabricantes exigem normalmente que todas as torres de um cluster tenham o mesmo número de módulos do mesmo modelo: as ampliações planeiam-se por torres inteiras.
As ligações de dados entre bateria, inversor e contador.
CAN e RS485 são os barramentos de comunicação mais usados entre o BMS da bateria e o inversor; o RS485 serve também para contadores e monitorização. Não basta a ficha encaixar: inversor e bateria têm de falar o mesmo protocolo, e por isso os fabricantes publicam listas de compatibilidade. Em muitos inversores, o protocolo da bateria escolhe-se nas definições.
A unidade de controlo de uma torre de baterias de alta tensão.
Num sistema de alta tensão, cada torre precisa de um controlador, que conforme a marca se chama PDU, BMU ou caixa de alta tensão. Inclui o interruptor geral, as proteções, os contactores e o BMS mestre que comunica com o inversor. Muitas vezes é vendido à parte: ao calcular o preço de uma bateria HV, some um controlador por torre.